segunda-feira, junho 25, 2018

A Noiva Sem Essência e sem Rumo!!!


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A Noiva do Cordeiro! Aquela pela qual Cristo se entregou como nos revela a Bíblia: “... como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para santificá-la, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.” (Ef 5.25-27).
Como um amor tão lindo como esse, um amor incondicional, sacrificial e imerecido pode ser tão negligenciado e tão desprezado como vemos hoje?  É como se Isaías 53.3 “Era desprezado, e rejeitado dos homens; homem de dores, e experimentado nos sofrimentos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum”.
A noiva hoje ao que parece está fazendo pouco caso do Seu Redentor. A Noiva do Cordeiro se afasta a passos largos do caminho do Seu Redentor. Em busca de agradar a maioria das ovelhas dos seus rebanhos alguns pastores estão trocando a ortodoxia por métodos humanos e estratégias midiáticas apenas para atraírem atenção e público para os seus “cultos”.
Como se não bastasse essa mudança terrível de paradigma, as igrejas estão cada vez mundanas.  Paulo nos exorta em sua carta aos romanos a não nos conformarmos com este mundo (Rm 12.1-2), mas o que se pode observar é que essa exortação tem pouca valia hoje, pois se olharmos atentamente para a igreja atual, ela está longe de Deus e cada vez mais mundana.  Os cultos que deveriam ser teocêntricos, agora se tornaram totalmente antropocêntricos. As canções dedicadas em forma de louvor e adoração em nada exaltam a Deus e não têm conteúdos bíblicos em suas letras. O culto se tornou mero entretenimento, onde a pregação da sã doutrina deu lugar a uma pregação de autoajuda que descamba no emocionalismo barato e manipulativo causando falsas conversões.  Falsas pregações promovem falsas conversões que por si promovem falsas igrejas.
Temos feito pouco caso do sacrifício de Cristo e do seu grande amor. A cada dia a noiva se esquece e se distancia a passos largos do auspicioso amor celestial. A noiva de Cristo perde a sua identidade a cada dia. A noiva de Cristo não traz mais em seu corpo as marcas do seu Esposo. As marcas que deveriam evidenciar que ela tem um Senhor, que deveriam mostrar que ela foi comprada por um alto preço e preço de sangue.
Precisamos trazer à memória a exortação de Cristo relatada na carta dirigida a igreja de Éfeso no livro das Revelações: “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.” (Ap 2.4-5)
A necessidade de uma verdadeira e genuína conversão. Arrependimento fruto do convencimento do Santo Espírito de Deus, e não da manipulação das emoções por meio de sermões que massageiam o ego com mensagens de autoajuda.
Precisamos resgatar a mensagem da cruz ensanguentada. Precisamos retomar a denuncia veemente do pecado através da pregação genuína do evangelho e a consequente edificação dos santos.
A Noiva não enxerga mais o seu Noivo com amor, com um sentimento de honra que a Ele é devido. A Noiva enxerga a Cristo como alguém que lhe deve realizar todos os seus desejos. Tudo isso se deve ao fato de termos um “evangelho” sendo pregado que em nada tem em sua essência do verdadeiro evangelho da Cruz. A Noiva perde a sua essência e a cada dia se parece menos com o seu Senhor. Encerro esse texto com as palavras do pastor Renato Vargens, em uma de seus artigos acerca das características de uma igreja fria, elenca as seguintes razões pelas quais uma igreja se torna fria e aqui podemos citar as mesmas razões pelas quais a Noiva perdeu a sua essência e se afasta dia a dia do seu Senhor:
“1-)Uma igreja fria se caracteriza pela relativização do pecado. Geralmente os membros destas comunidades chamam doce de amargo, amargo de doce; luz de escuridade, escuridade de luz. Nessa perspectiva, não veem problemas no sexo antes do casamento, em defraudar o próximo, em mentir, em promover suborno, fazer fofocas, produzir contendas e muito mais.

2-) Uma Igreja fria é uma igreja que não valoriza a oração. Uma igreja que não ora e não acredita na importância de orações, intercessões e ações de graça é uma igreja desprovida da vida de Deus em suas estruturas.

3-) Uma Igreja fria ama o mundo e as coisas que há no mundo. Nessa perspectiva permitem que os valores deste século prevaleçam sobre aquilo que as Escrituras dizem e ensinam.

4-) Uma igreja fria relativiza as Escrituras. Para ela, a Bíblia não é a Palavra de Deus e em virtude disso colocam aquilo que sentem, acham ou pensam acima das verdades contidas na Bíblia.

5-) Uma igreja fria é desprovida de amor. Para os membros desta comunidade, gente é tratada como coisa e não como pessoas que possuem dores, angústias, problemas e carências.
6-) Uma igreja fria é caracterizada pela ausência de misericórdia em suas estruturas. Nessa perspectiva os órfãos são negligenciados, as viúvas abandonadas e os pobres desprezados.

7-) Uma igreja fria  é uma igreja desprovida de santidade. Para ela, conceitos como "separação  do mundo" são antiquados e ultrapassados.

8-) Uma igreja fria é uma igreja aonde não há relacionamentos profundos entre os irmãos.

9-) Uma igreja fria é uma igreja que valoriza os defeitos e erros dos irmãos em detrimento as suas virtudes e valores.

10-) Uma igreja fria é uma igreja que há muito perdeu o temor do Senhor.”

Todas essas características arroladas pelo pastor Renato Vargens são aplicáveis ao contexto da perda da verdadeira essência da Noiva de Cristo, pois uma Igreja Fria é uma Noiva que perdeu a sua verdadeira essência e a muito se deixou de parecer com o seu Senhor!É uma igreja sem rumo!

E para a Noiva do Cordeiro fica a exortação de Paulo: Por isso é que foi dito: "Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti". (Ef 5.14)

Que Deus nos ajude e tenha misericórdia de nós!!!

Soli Deo Gloria!!!

Joel da Silva Pereira





sexta-feira, maio 25, 2018

Falta-nos Humildade!!!


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“Portanto, humilhai-vos sob a poderosa mão de Deus...” (I Pe 5.6 a)
Há uma música do Grupo Rebanhão, que data de 1990, que traz as seguintes palavras em sua letra: “aonde está a honra dos orgulhosos/ a sabedoria mora com gente humilde”. Essas palavras ecoam na minha mente num momento bem peculiar, onde ao que parece falta humildade à maioria dos mestres, líderes e pastores e os tais são sábios aos seus próprios olhos.
A arrogância, a prepotência, o orgulho e a soberba teológica estão cada vez mais impregnados nas mentes e nos corações daqueles que deveriam ter em mente um único desejo, a saber, ser igual ao Seu Senhor (Mt 10.24-25 a). Ao que parece se parecer com Cristo deixou de ser importante. Hoje se busca conhecimento não para crescer na graça, mas para SER mais! Busca-se conhecimento não para ser um servo melhor, mas para SER algo a mais! Busca-se conhecimento, não para se parecer com o Senhor, mas SER mais e melhor que os demais!
Buscar conhecimento não é errado, porém pelo que podemos observar em nossos dias há uma busca desenfreada pelo conhecimento apenas para se alcançar o reconhecimento dos homens, porque é muito mais válido ter a aprovação dos homens do que está de acordo com os parâmetros divinos estabelecidos nas Sagradas Letras.
O texto da primeira epístola de Pedro que citamos no inicio do texto nos serve de alerta e ainda mais nos serve como um meio de segurança, pois ele nos revela que há um Deus Soberano a quem devemos ser submissos. 
Vemos e ouvimos discursos e mais discursos teológicos em nossos púlpitos (isso quando vemos um pouco de teologia), porém são apenas palavras lançadas ao vento, ainda que sejam verdades, infelizmente são verdades vazias.  É-nos necessário sim o conhecimento teológico, mas sem a humildade, e sem está alicerçado na Palavra de Deus e nem em submissão à boa, agradável e perfeita vontade de Deus, esse conhecimento será meramente humano e ao ser oralizado em nossos púlpitos, usando as palavras de Richard Owen Roberts, em seu livro Avivamento, será “cabeça pregando pra cabeça”. Nem todos na congregação tem a mesma capacidade intelectual. Precisamos entender e ser sensíveis ao fato que nossas igrejas são formadas por uma gama diferentes de pessoas e cada uma delas pensa de maneira diferente da nossa, por isso ainda segundo o mesmo autor a pregação mais eficaz é “de alma para alma”. Pregação de alma para alma só é possível quando o pregador é intimo de Deus e quando ele reconhece que o seu conhecimento vem de Deus bem como ensina Tiago 1.17 “todo dom perfeito e toda boa dádiva vem do alto, do Pai das Luzes”.
Somos uma geração influenciada e marcada pela canção do momento, pelo grupo de louvor da mídia, pelo pregador “daora”, mas o que vemos são canções que não exaltam a Deus e nem são bíblicas em suas letras. Canções antropocêntricas! As pregações são vazias e sem sã doutrina, em alguns casos vemos pregadores fazendo chacota com o santo evangelho da graça de Cristo com a desculpa de que os dias são tensos demais e que se faz necessário de um pouco de descontração. Não se faz piada com o evangelho. Nas palavras de Steven Lawson: “o púlpito não é o lugar de comediantes. O Céu e o Inferno não são piada!”
Deus, infelizmente, ao que parece deixou de ser soberano para a geração atual, pois o “deus” do momento é outro, a saber, o SER. Todos buscam SER alguma coisa ou alguém  reconhecido pelos  homens e isso se torna cada vez mais evidente pois não vemos uma busca sincera e humilde por Deus. Não se busca mais a Deus pelo que Ele É, mas apenas pelo que se pode obter por servi-Lo. Não se busca mais a Deus com sinceridade!
Jesus é o nosso maior e melhor exemplo de humildade. Eis o que Paulo nos fala acerca da humildade de Cristo: “Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz! Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.” (Fp 2.511)
Cristo é a personificação da humildade. Precisamos olhar para Ele mais do que nunca, porque se Cristo sendo Deus se humilhou sob a potente mão de Deus e sob a vontade soberana Dele como podemos observar em sua oração no Getsêmani (Mt 26.36-42).

Que Deus nos ajude e tenha misericórdia de nos!!!

Soli Deo Gloria!!!

Joel da Silva Pereira



segunda-feira, outubro 09, 2017

Divisões:Ortodoxia versus Piedade!!!

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"...Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto..." (Mt 12.25)
O historiador Mark Noll acerca de Jonathan Edwards: “A piedade de Edwards continuou na tradição avivalista, a sua teologia continuou no calvinismo acadêmico, mas não há sucessores para a sua cosmovisão centrada em Deus ou sua filosofia profundamente teológica.” Novamente tenciono falar sobre Ortodoxia e Piedade. Sei que é um assunto muito debatido e estudado. Só que sempre há uma coisa sobre o que falar a respeito.
Vivemos no meio de um extremismo exacerbado, onde assistimos o embate de duas forças antagônicas. Embate esse que presta um desserviço ao evangelho. O embate do super intelectualidade contra a super espiritualidade.
Incontáveis vezes escutamos o mau uso do verso: “a letra mata, mas o espirito vivifica!” Os advogados da super espiritualidade usam esse verso fora de seu contexto pra defenderem a tese de que não se precisa estudar ou se aprofundar na teologia, pois basta que sejam cheios do Espírito Santo e pronto.
Os advogados da super intelectualidade defendem que a fé é racional usam o texto de romanos 12.1-2 (que fala acerca de andarmos na contramão do mundo e do culto racional) também de maneira equivocada e defendem que podemos buscar a Deus somente pelo nosso intelecto.
Nos dois grupos, a Terceira Pessoa da Trindade, o Espirito Santo tem sido fortemente ofendido. Um grupo enfatiza demais as manifestações do Espirito Santo e chegam a atribuir a Ele as mais absurdas bizarrices, e chegam à presunção de afirmar que nem faz tais coisas não é uma pessoa espiritual. Já o outro grupo advoga que as manifestações sobrenaturais do Espírito Santo não são mais necessárias para a igreja hodierna, e que os dons (charismatas) do Espírito Santo listado em I Corintios 12 não mais tem lugar hoje na igreja moderna.
O extremismo é nítido. Além disso, é um extremismo perigoso em todos os sentidos. Se de um lado temos um grupo com todas as suas manifestações e devaneios em nome de uma super espiritualidade que não encontra bases nas Escrituras, do outro lado temos o grupo que defende uma super intelectualidade seca e sem vida onde apenas a teologia pela teologia é evidenciada. Nos dois grupos o Espírito Santo ao que parece perdeu seu espaço. Um grupo o superestima e o outro o subestima. E quem perde com isso é o evangelho e o reino de Deus.
Não há como separar Ortodoxia de Piedade, porém, em nossos dias em nome de defender o seu ponto de vista, o homem conseguiu separar as duas partes do todo. Um cristianismo equilibrado é aquele onde a fé se une com a razão  para nos indicar que o único caminho é Jesus Cristo. Um cristianismo onde a ortodoxia bíblica é alicerçada sobre a égide de uma também espiritualidade bíblica. Em outras num cristianismo equilibrado existe espaço para a intelectualidade e para a espiritualidade, só que nesse espaço ambas coexistem e dão firmeza e fé aos cristãos para que possam viver para a glória de Deus.
A banalização das manifestações do Espírito Santo de um lado, e a racionalização extremista baseada numa intelectualidade armaram o placo para um embate terrível e que prejudica a fé e enlameia o santo evangelho da graça de Cristo.  
John Piper diz em seu livro Pense: “Teologia e Piedade acharam em Edwards uma união que desapareceu ou que é muito rara.”
Os homens pararam de olhar para Deus e com isso se fecham em si mesmos e em suas convicções e isso vemos aos montes dos dois lados que aqui estamos enfocando. Os super intelectuais se fecham em conceitos humanos e se acham os donos da verdade, por outro lado os super espirituais se acham santos por serem mais conectados com o céu por assim dizer.
Isso é algo nocivo ao evangelho e enquanto essa queda de braço continuar o Reino de Deus sempre será o perdedor porque tais homens em ambos os lados se colocam como donos da verdade e com isso aprisionam as pessoas em seus sistemas teológicos e as escravizam e as tornam submissas e bitoladas, e também tem o fato de que essas pessoas se deixam dominar por tais sistemas.
Precisamos da teologia tanto quanto da piedade. Precisamos reencontrar o equilíbrio assim como Jonathan Edwards encontrou e isso é urgente, porque assim como em 1517 precisamos de uma nova reforma.

Que Deus nos ajude e tenha misericórdia de nós!!!

Soli Deo Gloria!!!

Joel da Silva Pereira

domingo, janeiro 08, 2017

Orare et Labutare!!! (Oração e Trabalho!!!)

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“E nos dedicaremos à oração e ao ministério da palavra” (At 6.4).
Esse foi o discurso dos apóstolos no tocante a disputa que havia na igreja primitiva acerca da distribuição diária dos alimentos. Temos aqui a instituição do diaconato. Mas, o que queremos ressaltar é a fala dos apóstolos: “E nos dedicaremos à oração e ao ministério da palavra” (At 6.4). Não que seja algo degradante ou humilhante servir as mesas, pelo contrário era algo de suma importância. Todavia os apóstolos sabiam da importância e tinham convicção daquilo para o qual foram chamados.
Esse discurso dos apóstolos precisa ser resgatado urgentemente. Há uma falência grande nos púlpitos hoje. Vemos pessoas sendo mal alimentadas por mera negligência ou até por falta mesmo de conhecimento por parte de seus líderes. Se por um lado há uma falência, por outro há o terrível perigo de uma ortodoxia seca, árida e por muitas vezes morta. Uma ortodoxia exacerbada sem nenhum grau de piedade.
No texto de Atos (At 6.4) vemos o equilíbrio dos apóstolos em regar o ministério da palavra com uma vida de oração. Não há como divorciar a oração da palavra e ao mesmo tempo ter um ministério frutífero. É-nos mais do que necessário uma vida séria de oração aos pés da cruz de Cristo para que o Espírito Santo nos traga iluminação acerca da palavra de Deus. Se olharmos para a história da igreja, perceberemos que todo grande expositor das Escrituras eram homens de oração. Calvino, Lutero, Wesley, Whitefield, Spurgeon, Edwards e tantos outros, tinham vidas regadas pela oração.
O ativismo tem roubado de nós horas preciosas na presença do Senhor. Temos tempo pra tudo em nosso tão atarefado dia, menos para nos debruçarmos sobre o Santo Livro e nem para dirigirmos súplicas ao Santo Deus. O que eu acho incrível e ao mesmo tempo muito triste é que Deus vem falando desde o Antigo Testamento sobre isso e até hoje fazemos ouvido de mercador. O profeta Malaquias nos exorta da seguinte forma: “Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e de sua boca todos esperam a instrução na lei, porque ele é o mensageiro do Senhor do Exércitos” (Ml 2.7), e como se não bastasse essa exortação de Malaquias ainda temos a assertiva dos apóstolos.
A dedicação ao estudo da Palavra e à oração é algo raro hoje em dia. Vemos um combate infantil no meio cristão entre dois grupos. Aqueles que estudam e se dedicam à busca do conhecimento e os que se dedicam apenas a buscar uma espiritualidade profunda. E em meio a esses dois grupos, um combate, os que buscam o conhecimento chama os espirituais de ignorantes bíblicos, já os que buscam a espiritualidade profunda se defendem dizendo que “a letra mata!” E quem perde com o isso? O Reino de Deus. 
Atentemos para as palavras dos apóstolos... “oração e palavra”. A ortodoxia deve sempre ser acompanhada pela vida de piedade. Esse foi um dos legados dos puritanos. Eles procuravam viver uma vida de intensa piedade alicerçada, é claro, nas Escrituras. Eles entenderam a assertiva dos apóstolos e a viveram intensamente para a glória de Deus. Infelizmente hoje mais do que qualquer outra época vivenciamos esse combate infantil em uma larga e crescente escala. Aqueles que alcançaram um certo grau de conteúdo teológico se julgam melhores que os demais. No meio reformado, infelizmente ao que parece, as pessoas são medias pelos títulos e não pelo seu caráter, testemunho e frutos. Não estou desmerecendo o conhecimento, de maneira nenhuma, pois a exortação de Oséias queima em meu coração: “O meu povo está sendo destruído porque lhe falta conhecimento!” (Os 4.6) O conhecimento é mais do que necessário, mas sem a iluminação e a unção do Espírito Santo não passa de mero conhecimento.
Outro exemplo de comunhão entre a ortodoxia e a piedade vem dos Morávios. Eles passaram 120 anos em oração ininterruptamente, tudo isso para que fossem revestidos de poder do alto para que pudessem se entregar sem reservas ao serviço do Senhor. Voltando à Bíblia encontramos Jesus exortando os seus apóstolos que para que pudessem realizar a obra de Deus necessitariam de revestimento de poder do alto. Esse revestimento ocorreu no dia de pentecoste e após o ocorrido Pedro se levantou e pregou poderosamente a Palavra e, pela graça, 3000 almas foram salvas por Deus, mas para que tão extraordinária salvação ocorresse foi preciso revestimento de poder. Pedro já tinha o conhecimento, pois tinha sido doutrinado pelo Supremo Pastor e Mestre, mas lhe faltava poder. E o revestimento só veio (claro que era uma promessa e certamente iria acontecer) depois de intensas reuniões de oração. Oração e Palavra não podem ser divorciadas pelo ego humano. Quer seja pela ênfase dada ao conhecimento pelos reformados quer seja pelas experiências espirituais dos pentecostais, precisamos entender que o que os apóstolos propuseram em At 6.4 está longe de ambas as ênfases. Sou reformado e creio numa ortodoxia regada pela fervorosa e sincera oração, e não somente no conhecimento pelo conhecimento como muitos reformados creem. Creio no Santo Espírito de Deus, mas não posso concordar com as sandices e os desatinos promovidos pelos pentecostais. As coisas de Deus requerem decência e ordem (I Co 14.40).
Nesse primeiro artigo de 2017 quero que repensemos nossas atitudes no tocante a nossa vida devocional. Temos muito o que aperfeiçoar e em contrapartida (e acima de tudo) mais ainda para sermos aperfeiçoados por Deus. O tempo que dedicamos à oração e estudo da palavra precisam ser revistos. A qualidade desse tempo também precisa ser corrigida. Tudo isso deve ser revisto. 
A nossa negligência deve ser abandonada e precisamos voltar as Sagradas Letras o quanto antes.  Precisamos também entrar em nossos quartos fechar a porta e orar ao Pai que está em secreto (Mt 6.6).

Que Deus tenha misericórdia de nós e nos ajude!!!

Soli Deo Gloria!!!

Joel da Silva Pereira


segunda-feira, outubro 31, 2016

O Grito da Reforma!!!


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O mundo estava em transformação! As mudanças de paradigmas eram constantes! Essas mudanças ocorriam em todos os segmentos da sociedade, e como não poderia deixar de acontecer, a igreja medieval (romana) sofreu uma grande e incontestável influência dessas mudanças.
A igreja se portava imensamente arrogante do alto de toda a sua pomposidade. Sua ganância desmedida infligia ao povo altas taxas cobradas sob as desculpas de que o povo poderia comprar o perdão dos pecados e até abreviar o tamanho da punição divina que lhe seria imputada por Deus.
Em meio a tudo isso, a todos esses descalabros, um pequeno monge alemão, a saber, Martinho Lutero, se posicionou contrário a esses absurdos. Fico a imaginar duas situações na vida deste grande homem de Deus, uma é real e a outra uma hipótese da mente deste pecador metido a escritor; a) o momento em que este homem subia de joelhos os degraus da catedral de Roma, e sentiu em seu coração ressoarem as palavras contidas na carta de Paulo aos romanos “o meu justo viverá por fé”, e b) e outro texto também da carta aos romanos martelando na mente e fazendo se encher de convicção o coração de Lutero com sua inquestionável verdade enquanto este redigia as suas 95 teses o texto em questão era “não se amoldem ao padrão desse mundo, mas transformem-se pela renovação da vossa mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.1-2).
Será que a situação atual da maioria das igrejas hoje, não é similar a da igreja medieval (romana)? Naquela época o papa se colocava como infalível e plenamente santo. Hoje a figura papal continua igual, mas no que tange a igreja protestante, uma gama de “pastores” se colocam acima do bem e do mal e pousam como se fossem “senhores” e “donos” da igreja. Tais bufões se assemelham a figura papal no que concerne aos mandos e desmandos, e também na exploração da fé do povo. Usando de uma interpretação deturpada das Santas Letras tais líderes acham bases para darem ocasião a uma enormidade de absurdos em nome de uma fé torta, oriunda de uma pregação errônea e manipuladora proveniente de homens descompromissados com as verdades sagradas das Escrituras. Esses homens, muitos deles midiáticos pousam como santos, mas não passam de inescrupulosos e gananciosos que se aproveitam da cegueira do povo para encherem seus bolsos e assim engordarem suas contas bancárias.
O que mais me espanta é o fato de que a cada dia que passa mais e mais pessoas se rendem ao evangelho que esses homens pregam. O Sola Scriptura, um dos famosos cinco solas da Reforma Protestante, caiu totalmente em desuso. O povo não examina mais o Santo Livro para comprovar se o que estão ouvindo está realmente com as verdades de Deus reveladas nas Escrituras. Os bereianos ouvindo Paulo (vejam bem era Paulo que estava pregando), mas examinavam as Escrituras para comprovar se o que o apóstolo falava estava de acordo com as Escrituras. Vejamos o que Lucas registra sobre os bereianos: “Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (At 17.11). O povo hoje engole qualquer coisa. Alimentam-se de comida de má qualidade e bebem de cisternas rotas: “Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram para si cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas” (Jeremias 2:13). Contudo, Deus em sua graça ainda preserva um remanescente que lhe é fiel. Ainda há 7000 que não se dobraram diante de baal e que ainda pregam e vivem o verdadeiro evangelho da graça de Cristo.
É nítido que precisamos de uma reforma! A fé protestante necessita de uma profunda renovação, e por renovação devemos entender o seguinte: precisamos mais do que nunca voltar às Escrituras. Precisamos resgatar os princípios da reforma protestante que assolaram o mundo a partir de 1517, a saber, os cinco solas: Sola Scriptura, Sola Gratia, Sola Fide, Solus Christus e Soli Deo Gloria! Precisamos orar incessantemente a Deus por avivamento! Avivamento que nos leve rendido aos pés de Cristo, o Rei dos Reis! Essa é a renovação na fé que precisamos.
Não podemos aceitar a atual situação da fé cristã! Por conta de uma raça de víboras o evangelho da graça e a fé cristã se tornaram meros objetos e meios para se arrancar dinheiro e bens de uma grande parte dos fiéis. Não podemos esperar que Deus ressuscite a Lutero ou quaisquer outros reformadores para que estes promulguem uma nova reforma.  Somos nós que temos que levar adiante o legado deixado pelos reformadores. 
O grito da reforma precisa ser ouvido novamente em nosso país e também no mundo. Nas palavras do reverendo Augustus Nicodemus: “O grito da Reforma precisa ser ouvido no nosso país! Onde seitas que se dizem evangélicas, negociam e comercializam a salvação. É pela graça, não por obras, não por mérito, não é por nada que nós fazemos!”

Sola Scriptura, Sola Gratia, Sola Fide, Solus Christus, Soli Deo Gloria!!!
Que Deus tenha misericórdia de nós e nos ajude!!!

"Ecclesia reformata et semper reformanda est" (A igreja reformada está sempre se reformando)


Joel da Silva Pereira

terça-feira, outubro 11, 2016

Escravos!!!


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A verdade incontestável é que Deus criou o homem a sua imagem e semelhança (Gn 1.26-27). Deus criou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego (espirito, do hebraico ruah) e ele passou a ser alma (do hebraico nephesh). O homem é a coroa da criação. A origem do homem é divina. O homem foi criado para glorificar a Deus.
O homem é um ser moral e espiritual. Deus dotou o homem com uma consciência, que servia de tribunal para nortear suas decisões. O homem em seu estado natural era perfeito.  A Bíblia relata que um momento determinado a antiga serpente, o Diabo, lançou mão para tentar o homem e encheu a mente e o coração de Eva com ideias mirabolantes que fizeram com que ela pecasse e como se não bastasse Adão também foi envolvido nessa trama diabólica e também pecou. Com a queda de Adão, toda a raça humana foi mergulhada no pecado. Por um só homem entrou o pecado no mundo e pelo pecado a morte e a morte passou a todos os homens (Rm 5.12).
Agora por causa do pecado, não refletimos mais com clareza a imagem de Deus. O pecado atingiu todas as áreas das nossas vidas. Não há nada em nós que não seja afetado pelo pecado. O homem tornou-se praticante do pecado e escarvo dele. O homem está totalmente depravado. Naturalmente o homem, não discerne (não tem entendimento), pois está morto em seus delitos e pecados (Ef  2.1).
Com a queda o homem tornou-se objeto da ira de Deus. A Bíblia é clara quanto a isso: “A ira de Deus se revela do céu contra toda a impiedade e perversão dos homens que detêm  verdade pela injustiça” (Rm 1.18)
A ira de Deus não é injusta, mas sim uma resposta certa de um Deus justo contra uma afronta desmedida contra sua santidade.
O pecado dos nossos pais (Adão e Eva) no nosso ponto de vista não foi um pecado trágico. Não foi um adultério, um furto ou um estupro, mas apenas um simples ato de desobediência. Porém, aos olhos de Deus foi algo terrível, pois Ele é tão puro de olhos que não pode comtemplar o mal (Hc 1.13 a).
O pecado do homem é merecedor da ira de Deus, ou seja, o castigo de Deus para o homem é justo pelos seguintes aspectos: O homem em sua queda afrontou a santidade de Deus; O homem era a coroa da criação feito à imagem e semelhança de Deus, com o pecado essa imagem foi deformada; O homem tinha um relacionamento singular com Deus e esse relacionamento foi quebrado por conta do pecado.
Outra consequência do pecado é que ele tirou do homem a sua liberdade. O homem se tornou um praticante e escravo do pecado. Em toda a sua constituição o homem foi afetado pelo pecado. A mente, o coração e todas as suas ações estão contaminadas pelo pecado. O pecado atingiu todas as áreas da nossa vida: nosso corpo e nossa alma, nossa razão e nossos sentimentos. Somos um ser ambíguo e contraditório. O bem que queremos fazer não o praticamos e o mal que não queremos, esse o fazemos (Rm 7.19).
Na criação, Deus proveu o homem com um adjutorium (uma ajuda, um auxílio), uma assistência graciosa certa para o bem.
Após a queda, o homem foi entregue ao pecado, para seguir os planos maus da sua mente. Seu coração é agora cheio de dolo e seus desejos são continuamente maus.
Não há como tentar encobrir que o homem, por conta da queda de nossos pais, está morto em seus delitos e pecados, e nem que ele só poderá responder positivamente a Deus unicamente se for convencido, pelo Santo Espírito, do seu pecado, da justiça divina e do juízo ao qual estão destinados todos os pecadores.
Somos dignos merecedores da ira divina por conta do nosso pecado, mas em sua soberana e irresistível graça aprouve a Deus nos salvar por Jesus Cristo, pela fé que nasce ouvindo a pregação genuína do evangelho da cruz. Pregação do evangelho que não mostra o homem morto em seus pecados e que não fala no sacrifício do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, não é a genuína pregação.
Nas palavras de John Newton: “Oh! graça sublime do Senhor/Perdido me achou/Estando cego, me fez ver,/ Da morte me salvou./A graça me fez enfim temer,/E o meu temor levou;/Oh! Quão preciosa é para mim,/A hora em que me salvou. É assim que acontece com os que são e que ainda serão chamados segundo os desígnios do Criador.

Sola Gratia!!!

Soli Deo Gloria!!!

Joel da Silva Pereira



domingo, junho 19, 2016

Mensagem Mascarada!!!!

O bispo Ryle, em seu livro Santidade, afirma que pecado “é aquela vasta enfermidade moral que afeta a raça humana inteira, em todas as classes e níveis, nas nações, povos e línguas – uma enfermidade da qual apenas um único homem nascido de mulher esteve isento”. Essa verdade não é mais tão propagada como antes. Ao que parece não existe mais uma preocupação e nem uma necessidade latente de fazer o homem cônscio de sua morte em delitos e pecados.  Se realmente nos vemos como igreja, e essa igreja deve glorificar a Deus e se satisfazer por toda a eternidade, temos que entender que para isso temos duas coisas à fazer, a saber, denunciar os pecados e buscar a edificação dos santos.
Externando uma preocupação semelhante a do bispo Ryle, o pastor Charles Leiter, em seu livro Justificação e Regeneração, diz que o pecado é problema final e, de fato o único problema da humanidade. Independente de qual seja a época e os tempos, podemos ver que é preciso, sim, mostrar a humanidade que a queda de Adão causou a depravação total de toda a raça.
Infelizmente vivemos dias onde a pregação das sagradas doutrinas da graça perdeu fôlego, mas para a glória de Cristo há um remanescente fiel que se mantém firme e constante na exposição das sãs doutrinas do evangelho da graça de Cristo. Lutero, em uma das suas 95 teses, assevera que o maior tesouro da igreja é o evangelho da graça de Cristo. Só que esse evangelho dia após dia vem sendo mais e mais deturpado, a ponto de sua exposição não ser o meio pelo qual os pecadores se tornam cônscios de sua natureza depravada.  
A teologia das igrejas neopentecostais aliada à covardia e falta de compromisso de muitos, que se dizem “arautos” do Senhor, são de enorme contribuição da atual escassez de pregações acerca da doutrina do pecado. As igrejas neopentecostais tiram os textos bíblicos dos seus contextos e expõem um evangelho humanista, um evangelho água com açúcar que endeusa o homem e o retratam como um ser que apenas age em reposta a um meio que está corrompido. Mas, daí surge a seguinte a indagação: “quem corrompeu esse meio?”. Já os “arautos” covardes vendo o crescimento numérico de tais igrejas, se utilizam de práticas pragmáticas para aumentarem seus rebanhos. É nesse contexto que entram as pregações humanistas, mensagens de autoajuda, exposições bíblicas que nada tem a ver com o verdadeiro evangelho da graça. Tais mensagens iludem o homem pecador e o coloca numa espécie de ilusão, na qual ele se sente como alguém a quem Deus deve submissão, e Deus tem a obrigação de atender aos mais depravados e estapafúrdios desejos de um ser que está morto em seus delitos e pecados, mas é aqui que vemos o erro desse povo, suas mensagens não contêm nada acerca da doutrina do pecado. Nessas mensagens o homem não é apresentado como alguém que está morto, mas sim como alguém "bonzinho"  que apenas se desviou um pouco do "caminho". Nessas mensagens o homem precisa apenas levantar a sua mão e instantaneamente se torna "um salvo".
Contemplando esse terrível quadro da igreja hoje, nos parece que voltamos aos tempos de Lutero, onde a igreja só se interessava em aumentar o seu poderio numérico, político e acima de tudo financeiro.  Com uma igreja que pensa e age dessa forma, não há espaço nesse tipo de igreja para a sã doutrina e muito menos para denúncia pública dos pecados dos ouvintes.  Não vale a pena,do ponto de vista dessas igrejas e seus líderes, a genuína pregação do evangelho. Pregar a Bíblia e denunciar o pecado simplesmente são vistos como algo que causa esvaziamento de suas igrejas, e isso não é bom para os negócios. Pensar e agir assim chega a ser abominável.  Será que essas pessoas acham que Deus as deixará sem a devida paga por tão hediondo erro? Será que nunca leram em suas Bíblias que de Deus não se zomba e nem se escarnece (Gl 6.7)?
Se realmente somos filhos de Deus não podemos nos eximir da responsabilidade de denunciar o pecado do homem. As boas novas do evangelho inevitavelmente passam pela denúncia dos pecados. Em seu sermão no dia de pentecostes Pedro asseverou:"E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados..."(At 2.38).  A verdadeira pregação que exalta a Deus expõe a necessidade do arrependimento dos pecados. Esse texto deveria fazer a diferença e servir de parâmetro para os pregadores da bendita Palavra de Deus: "Quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; e tu não o avisares, nem falares para avisar o ímpio acerca do seu mau caminho, para salvar a sua vida, aquele ímpio morrerá na sua iniquidade, mas o  seu sangue, da tua mão requererei" (Ez 3.18).
O pecado deve ser confessado e abandonado. O homem precisa ser alertado sobre o seu estado de morte espiritual, e é nosso dever pregar o verdadeiro evangelho. Paulo escrevendo aos Corintios disse:"Porque se anuncio o evangelho, não tenho do que me gloriar, pois me imposta essa obrigação; e ai de mim, se não pregar o evangelho!" (I Co 9.16). Devemos anunciar o verdadeiro evangelho da graça de Cristo, e dessa forma denunciar o pecado e anunciar a salvação na pessoa bendita e gloriosa de Cristo.  Que Deus em sua soberania nos constranja a sermos pregadores fiéis do verdadeiro evangelho de Jesus.

Que Deus tenha misericórdia de nós e nos ajude!!!


Soli Deo Gloria!!!


Joel da Silva Pereira